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Vista de drone de uma unidade de processo: colunas com estrutura de escadas, racks de tubulação, trocadores de calor, torres de resfriamento e silos

Serviços industriais

Calibração de instrumentos industriais na bancada ou na sua planta

Instrumentos de processo e de controle, na bancada própria ou na sua planta, em qualquer estado. Cada instrumento sai com etiqueta e relatório próprio, com o desvio em cada ponto e a incerteza.

Cada instrumento sai com relatório próprio, com padrão, desvio e incerteza, e ART quando a norma exige.

Quais instrumentos calibramos

A calibração atende dois grupos de instrumento: os de processo, que medem e indicam uma grandeza, e os de controle, que comandam o processo ou desligam o equipamento. No pressostato, contam o ponto de atuação e o de rearme.

A marca e quem vendeu ou instalou o instrumento não mudam o serviço. Para temperatura, transmissores, nível e vazão, envie modelo e faixa, e respondemos se calibramos e onde. A página de calibração de manômetro mostra o que a NR-13 pede do indicador de pressão.

Pressão manômetros analógicos e digitais, manovacuômetros e vacuômetros
Controle e proteção pressostatos

Como a calibração de instrumentos é feita

O técnico compara a leitura do instrumento com a de um padrão de exatidão conhecida, em pontos ao longo da faixa, e registra o desvio em cada um. Em pressão, os pontos são aplicados subindo e depois descendo a escala. A diferença entre a leitura na subida e na descida é a histerese. Quando ela passa do limite da classe do instrumento, costuma indicar atrito ou desgaste no mecanismo.

A primeira rodada de leituras registra o instrumento como chegou, antes de qualquer ajuste, e mostra se ele vinha medindo dentro da tolerância. Quando o desvio ultrapassa a tolerância acordada na proposta, o técnico ajusta o instrumento e repete a rodada inteira, que passa a registrar como ele ficou.

Calibração em campo ou na bancada da sede

Em campo, a equipe leva os padrões até o instrumento instalado, e o ponto fica menos tempo sem indicação. Na bancada da sede, a incerteza tende a sair menor.

Na calibração em campo, ou calibração in loco, a equipe leva os padrões até o instrumento instalado, e o ponto de medição fica menos tempo sem indicação. Quem entra na sua planta é da nossa equipe, com vínculo.

Para calibrar com o processo operando, a tomada precisa de válvula de bloqueio e dreno. Sem elas, o serviço entra na janela de parada. Em vaso de pressão, o equipamento continua com indicação de pressão enquanto o manômetro está isolado: um reserva calibrado entra no lugar ou outro indicador já instalado cobre esse tempo.

Em equipamento da NR-13, instrumento de segurança não pode ser isolado nem desligado. A exceção é provisória e acontece quando o procedimento de operação e manutenção prevê, ou com justificativa escrita do responsável técnico, análise de risco e aprovação da planta, mantida a segurança da operação.

Na bancada da sede, recebemos o instrumento já retirado da linha e conferimos o TAG na entrada. O relatório tem os mesmos campos nos dois casos. Em campo, a temperatura ambiente varia mais e a vibração do processo interfere na leitura, por isso a incerteza tende a sair maior que na bancada.

O que o relatório de calibração informa

Com o desvio e a incerteza de cada ponto, você vê quando um instrumento aprovado ficou perto do limite da tolerância e pode antecipar a próxima calibração.

Cada instrumento recebe um relatório de calibração separado, com o TAG da sua planta e os campos abaixo.

  • TAG, fabricante, modelo, número de série, faixa e resolução
  • Valor do padrão e valor indicado em cada ponto
  • Desvio como encontrado e, quando houve ajuste, como deixado
  • Incerteza de medição em cada ponto
  • Padrão usado e a identificação dele
  • Tolerância que você informou, critério de aprovação usado e resultado
  • Condições ambientais, local, data e técnico que executou

Quem define o intervalo de calibração

A NR-13 não fixa prazo de calibração: o intervalo de cada instrumento é decisão da sua empresa.

A NR-13 pede os instrumentos dos equipamentos enquadrados em condições de uso e calibrados quando for o caso, mas não fixa prazo. O intervalo de cada instrumento é decisão da sua empresa, pesando a importância da medição, o histórico de desvio e as condições do ponto de instalação.

Os relatórios de calibrações sucessivas mostram quanto o desvio como encontrado de cada instrumento mudou, e esse histórico justifica encurtar ou alongar o prazo. Depois de sobrepressão, queda, reparo ou troca de faixa, o instrumento é calibrado antes de voltar ao uso. O guia de intervalo de calibração de manômetros mostra como definir esse prazo e quando encurtá-lo.

O que enviar para receber a proposta de calibração

Envie a planilha de controle que a sua planta já usa, pelo WhatsApp ou pelo pedido de proposta. Se faltar algum dado, a equipe pergunta antes de fechar o preço.

Os dados que a proposta usa:

  • TAG, tipo, fabricante, modelo e faixa de cada instrumento
  • Ponto de atuação de cada pressostato
  • Classe de exatidão ou tolerância aceita pela sua planta
  • oxigênio e selo diafragma mudam o método
  • Bancada ou planta, cidade e janela de parada

Como o serviço acontece

  1. Lista de instrumentos

    Você envia TAG, tipo, faixa e tolerância de cada instrumento.

  2. Proposta

    A proposta fixa o local, os pontos de calibração, a tolerância e o critério de aprovação de cada instrumento.

  3. Mobilização ou recebimento

    Em campo, você recebe antes a relação nominal da equipe. Na bancada, a equipe confere o TAG de cada instrumento.

  4. Calibração

    Leitura como encontrado, ajuste quando o desvio passa da tolerância e nova leitura como deixado.

  5. Etiqueta e relatórios

    O instrumento sai etiquetado, com relatório próprio, e o lote ganha um consolidado.

O que você recebe

No fim do serviço

Como conferir

Em qualquer ponto do relatório, subtraia o valor do padrão do valor indicado: o resultado tem de ser o desvio registrado ali. A identificação do padrão e a incerteza de cada ponto aparecem em todos os relatórios do lote.

  • Um relatório de calibração por instrumento, com os campos listados acima
  • Ponto de atuação e de rearme de cada pressostato
  • Etiqueta com a data da calibração e a próxima data, pelo intervalo que você definir
  • Relatório consolidado do lote, que destaca os instrumentos fora da tolerância
  • ART do serviço, quando a norma exige

Perguntas frequentes

Dá para calibrar sem parar o processo?

Sim, se a tomada tem válvula de bloqueio e dreno e, em vaso de pressão, um reserva calibrado ou outro indicador cobre o tempo em que o manômetro fica isolado. Sem isso, a calibração entra na parada. Em instrumento de segurança de equipamento da NR-13, o isolamento depende de procedimento ou de justificativa aprovada pela planta.

Calibrar inclui ajustar o instrumento?

Só quando o desvio ultrapassa a tolerância acordada na proposta. A calibração compara a leitura com o padrão e registra a diferença, sem mexer no instrumento. O ajuste corrige a indicação, e depois dele o técnico calibra de novo para registrar como o instrumento ficou.

E se o instrumento reprovar na calibração?

O desvio como encontrado fica no relatório, e com ele você decide se as medições desde a calibração anterior precisam de revisão. Se o ajuste não traz o instrumento de volta à tolerância, o relatório recomenda a troca.

O relatório de calibração tem validade?

Não. O relatório registra como o instrumento estava na data da calibração. A próxima calibração segue o intervalo que a sua empresa definiu para aquele instrumento, e essa data vai na etiqueta. A NR-13 também não fixa esse prazo.

Vocês fazem calibração em campo fora do estado de São Paulo?

Sim, em qualquer estado. Informe a cidade e a janela de parada, e a proposta diz o que será calibrado na planta e o que vai para a bancada da sede.